Diário da República

A LBR e a Rodada Doha

Agosto 21, 2008 · 1 Comentário

Acompanhe a verdadeira história do fracasso das negociações

Na primeira semana de julho de 2008, o Chanceler David se aproximou de representantes da Índia e da China com uma proposta ambiciosa: vender o Brasil. O argumento era simples: Com nossas tropas e armas de destruição em massa (ambientalmente corretas) posicionadas no coração do país, o Brasil não teria a menor chance de resistir à conquista. Executada a manobra conquistadora, os espólios seriam encaminhados ao autor do maior lance. Mais do que convencidos da potência bélica de nossa nação de baixo orçamento, indianos e chineses puseram-se a discutir os valores envolvidos.

Eventualmente, a Índia lançou o maior lance. China então se excusou das negociações por conta de seus planos de expansão da economia socialista de mercado através do continente africano. O Chanceler oferceu um desconto pelo Paraguai, e os orientais prometeram pensar bem na proposta.

Considerando os gastos necessários para gerir o Brasil, e também os obstáculos ao pleno-lucro na américa do sul, indianos recorreram à rodada Doha para tentar garantir seu investimento. Infelizmente, devido ao vazamento de informações sobre o acordo de venda da LBR no Twitter, as negociações foram duramente prejudicadas, e a Índia não conseguiu lastro suficiente para sua oferta de compra. Há boatos também de que o Brasil ensaia agora uma aliança sul-americana para deter qualquer avanço expansionista da LBR – o que se sabe, é claro, ser um vão esforço.

Embora a venda não tenha sido concretizada, a Low Budget Republic mantém seu arsenal pronto 24/7 para a conquista do território brasileiro (e também para a eliminação de porções étnicas da preferência do comprador). Para maiores informações a respeito de aquisições territoriais e auxílio bélico, contatar o Ministério da Guerra da Low Budget Republic através do email comercial@mdg.gov.lb

Os lances pelo Brasil começam em 10 caixas de Westvleteren 12.

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